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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Novo Poster [REC]³

Rec Genesis posterJaume Balagueró e Paco Plaza, os diretores dos dois primeiros filmes, dividem esforços para dar um fim à série. Plaza dirige sozinho [REC] Genesis e Balagueró assinará [REC] Apocalypse - respectivamente, um prelúdio e uma continuação dos filmes já existentes.


[REC] Genesis se passa à luz do dia, em um casamento, cujos noivos são interpretados porLeticia Dolera e Diego Martín. O filme explicará a origem da infecção que ocupa o prédio nos outros filmes. As filmagens começaram em Barcelona no dia 4 de abril e durarão por sete semanas.
Genesis estreia este ano e Apocalypse, que narrará o desfecho da pandemia, em 2012.
fonte:omelete



Novo Poster Os Mercenarios 2







quarta-feira, 18 de maio de 2011

Soundtrack Piratas do Caribe - Navegando em Águas misteriosas

Aqui está a previa do Sountrack do novo filme Piratas do Caribe 4 feito pelo magnífico alemão Hans Zimmer , está excelente!
Em 25 de janeiro de 2011, o aclamado compositor Eric Whitacre declarou em seu blog e página no Facebook que ele e Hans Zimmer , compositor do segundo e terceiro filmes da franquia e que também contribuíram com material para o primeiro , junto com a esposa Whitacre Hila Plitmann , estão a colaborar na trilha sonora para o filme.  Em 02 março de 2011, Whitacre indicou que ele estaria gravando o coro de Piratas do Caribe 4 em Abbey Road Studio . Foi anunciado em 22 de fevereiro de 2011 que Rodrigo y Gabriela contribuiu para compor e executar a música. Esta é a primeira vez que o duo tem colaborado com Zimmer. A trilha sonora foi lançada em 17 de maio de 2011, três dias antes do lançamento nos EUA do filme. O tracklist foi lançado em abril de 2011.
Lista das Músicas 

  1. Guilty of Being Innocent of Being Jack Sparrow (1:42)
  2. Angelica (Feat. Rodrigo y Gabriela) (4:17)
  3. Mutiny (2:48)
  4. The Pirate That Should Not Be (3:55)
  5. Mermaids (8:05)
  6. South of Heaven's Chanting Mermaids (5:48)
  7. Palm Tree Escape (Feat. Rodrigo y Gabriela) (3:06)
  8. Blackbeard (5:05)
  9. Angry and Dead Again (5:33)
  10. On Stranger Tides (2:44)
  11. End Credits (1:59)


Bonus tracks

  1. Guilty of Being Innocent of Being Jack Sparrow (Remixed by Dj Earworm) (2:45)
  2. Angelica (Grant Us Peace Remix) (Remixed by Ki:Theory) (3:08)
  3. The Pirate That Should Not Be (Remixed By Photek) (6:26)
  4. Blackbeard (Remixed by Super Mash Bros & Thieves) (5:26)
  5. South of Heaven's Chanting Mermaids (Remixed by Paper Diamond) (3:32)
  6. Palm Tree Escape (Remixed by Adam Freeland) (5:28)
  7. Angry and Dead Again (Remixed by Static Revenger) (5:49)
ouça algumas abaixo









Festival de Cannes de 11 a 22 de Maio de 2011


O Festival de Cannes prestou homenagem, ontem à noite, a Jen-Paul Belmondo consagrando-lhe uma noite especial e em entregando-lhe uma Palme d’or. A projecção dum documentário, um jantar e uma festa animaram esta noite de celebração do actor.
"Estou muito comovido por esta Palme d’Or que me regozija". Jean-Paul Belmondo, cercado no palco dos seus amigos, entre os quais se encontravam os seus "amigalhaços do Conservatório" Jean Rochefort, Pierre Vernier e Jean-Pierre Marielle, foi aclamado longamente pelos espectadores e os cineastas presentes, ontem à noite na sala Debussy. "Agradeço a todos que se encontram aqui, aos que conheço e aos que não conheço. Um grande obrigado do fundo do coração".
Uma Palme d’Or para Jean-Paul Belmondo
Anteriormente no mesmo dia, "os fotógrafos internacionais pousaram os seus aparelhos para aplaudirem o actor enquanto subia os degraus" recordou Thierry Frémaux que explicou: "Há muitos anos que tentávamos convencê-lo a aceitar esta homenagem".
Seja qual for o género em que actua, o actor, premiado com um César em 1989 pela sua interpretação em Itinerário duma vida de Claude Lelouch, trabalhou com os maiores cineastas. "Ele já tem uma relação longa com o Festival", com 6 filmes em Competição nos quais actuava. A sua carreira no Cinema e no Teatro foi retraçada no documentário projectado ontem à noite e que lhe é dedicado,Belmondo, itinéraire… de Vincent Perrot e Jeff Domenech.
Hoje, a homenagem prossegue com as projecções de Stavisky de Alain Resnais em Cannes Classics e do Magnifique de Philippe de Broca no Cinéma de la Plage.

A.C.
tirado do site oficial do Festival de Cannes. para acessar clique no logo

Novo Remake de O Grande Dragão passará no Brasil

O filme de artes marciais “O Grande Dragão Branco”, estrelado por Jean-Claude Van Damme em 1988, vai ganhar um remake que será ambientando no Brasil. O produtor Ed Pressman é o responsável pela nova versão, que terá roteiro de Robert Mark Kamen (“Busca Explosiva”). Phillip Noyce (“Salt”) irá dirigir.


A História se passa em um veterano da Guerra do Afeganistão e por isso ele vem para o Brasil, mas se envolve em um torneio de artes amaciais.


No filme original, Van Damme interpretou Frank Dux, um homem que passou parte de sua vida treinando para participar de um campeonato de artes marciais mortal e ilegal em Hong Kong. O torneio reunia lutadores de diferentes lugares e estilos.

Cineasta pede desculpa por Compreender Hitler


"Se eu ofendi alguém esta manhã com as palavras que disse na coletiva de imprensa, peço desculpas sinceras", afrmou o diretor em comunicado oficial enviado à imprensa. "Não sou antissemita ou racista de qualquer maneira, e muito menos nazista", destacou.
Lars Von Trier e Kirsten Dunst (Foto: Reuters)
A declaração foi dada quando o cineasta foi questionado pelos jornalistas sobre supostas afirmações que teria dado a respeito do nazismo. Em tom de deboche, Von Trier disse: “Por um tempo, eu sempre gostei de pensar que fosse judeu, mas depois descobri que minha família era alemã e que na verdade eu era nazista, o que também me deu um certo prazer. O que posso dizer é: eu entendo Hitler. Claro que ele fez algumas coisas erradas, mas eu entendo o homem, simpatizo um pouco com ele. Não pela Segunda Guerra. Não sou contra judeus. Mas os israelenses são um pé no saco...”, provocou. "Como posso sair dessa agora? OK, eu sou nazista”, disparou.
Estrelado por Kirsten Dunst, Charlotte Gainsbourg e Kiefer Sutherland, "Melancolia" conta “uma bonita história sobre o fim do mundo”, o que no universo do diretor deve ser recebido com uma dose de desconfiança. Belas são as atrizes, a luz e a música do filme, mas o drama é denso e o gosto que fica ao final do filme, para lá de amargo.
fonte:G1

terça-feira, 17 de maio de 2011

Novo filme Piratas o Caribe 4 renova a saga

O filme também traz uma excelente Trilha Sonora composto pelo magnífico Hans Zimmer, e claro os efeitos especiais que dão um ar de mais potência no filme. 

Novo filme "Piratas do Caribe" - Navegando em Águas Misteriosas não perde sua essência, mesmo Johnny Depp ser quase um Coadjuvaste por quase não aparecer no filme, também temos uma nova atriz na saga Penélope Cruz, para dar um ar mais romântico a Sparrow.   

Divulgação"
Johnny Depp e Penélope Cruz
E tome cenas de perseguições, seres míticos e brigas de espadas que, claro, com o advento do 3D, volta e meia tentarão escapulir para fora da tela. Tudo isso muito bem ensaiado por Marshall, homem dos musicais e das cenas muito bem ensaiadas. O balé serve de ritmo para uma trama em que, autoironia da franquia, brinca com sua dependência do carisma de Johnny Depp e da energia que ele ainda tem a oferecer à saga. Como já havia sido anunciado no desfecho do terceiro filme, o tesouro perdido desta vez não podia ser mais óbvio em sua mensagem: todos estão à caça da Fonte de Juventude, de permanecer quente e novo.
piratas-do-caribe.jpg (800×1185)

De final Piratas do Caribe 4 está excelente e uma das técnicas que Jerry Bruckheimer é não ter o ator principal como o que tem mais tempo existe um espaço gigante para os Coadjuvaste também mostrarem sua personalidade como foi mostrada no filmes anteriores, a cada filme mais portas vão se abrindo e é isso que não faz "Piratas do Caribe" nunca perde sua essência e Johnny Depp cada vez melhor.


e vocês o que vocês acham do novo filme? comentem! 

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Entrevista com Martina Gusman do Festival de Cannes


Festival de Cannes de 11 a 22 de Maio de 2011




Produtora independente do cinema argentino há cerca de dez anos, Martina Gusman é revelada em Cannes como actriz em 2008 em Leonera, um filme de Pablo Trapero apresentado em Competição. Volta a  encontrar o cineasta em 2010 para Carancho, seleccionado em Un Certain Regard. Um ano mais tarde, está de volta como Júri das longas-metragens.
Entrevista com Martina Gusman A Atriz na entrevistaJunta-se a Robert De Niro no Júri das Longas-Metragens. Fazer parte deste júri tem um significado particular para si?
Absolutamente. Robert De Niro é um actor que todos nós admiramos muito. Cresci com os filmes dele. O facto de ser membro do Júri com ele, de poder falar de cinema com ele é como um sonho! Também admiro o trabalho dos outros membros do Júri.


Fale-nos da sua primeira vez em Cannes. Que lugar tem o Festival na sua carreira?
Foi em 2001, vim com Pablo Trapero, o meu marido, que é realizador na Argentina. Apresentava o seu filme Libertad. Voltamos em 2002 com El Bonaerense um filme que ele produziu. Nesse ano, éramos três, com o nosso filho. Tinha apenas quarenta e cinco dias. E estou aqui, hoje, em Cannes, no Júri !

Precisamente, está do outro lado do espelho como membro do Júri. Como aborda esta nova posição?
Para mim, cada pessoa tem a sua própria sensibilidade, as suas ideias, as suas emoções. Vou ser uma espectadora, deixar-me envolver pelo filme, tentar encontrar o que o realizador me propõe e perder-me na história. Não gosto da palavra «julgar»: parece-me estar a dizer que algo é bom ou mau. O que desejo, é dizer qual é o cinema de que gosto nesta selecção.


É produtora de filmes há mais de dez anos, o seu trabalho é reconhecido na Argentina. Quais os critérios indispensáveis para a realização de um bom filme ?
Penso que é preciso ser coerente com si próprio. Mas também ter uma ideia clara do que queremos contar. A chave, é ser fiél e coerente com os próprios ideais, sentimentos e desejos. Porque, o que é um filme afinal? É contar uma história e transmitir uma mensagem.


Qual é a sua opinião sobre o cinema argentino? Que futuro terá?
O cinema argentino mudou muito em quinze anos. Pablo pertence a esta nova geração do cinema argentino que começou a participar em festivais. Os estilos mudaram, os formatos também, as coisas são muito diferentes agora. Sente-se uma profunda necessidade de contar histórias, de contar o mundo. Sinto-me muito feliz por fazer parte do cinema argentino, sinto muito orgulho em estar aqui e de o representar.


Contracenou pela primeira vez em Nacido y Criado, e em Leonera (em Competição em Cannes em 2008) e Carancho (Un Certain Regard em 2010). Estes três filmes foram realizados pelo seu marido, Pablo Trapero. Foi ele que a incentivou a tentar a experiência?
Tenho uma formação de actriz – segui aulas desde muito jovem – mas produzo filmes há mais de dez anos. Quando Pablo me conheceu, eu fazia teatro. Desde então, sempre me disse que devia jogar. Encorajou-me muito. Para mim, é um encontro muito lindo; gosto muito do que ele faz, adoro a sua maneira de escolher os seus actores. Trabalhar com ele tem sido extraordinário.


O que lhe agrada na profissão de actriz?
Adoro ter a possibilidade de viver várias vidas numa só, de jogar histórias reais e de as transmitir à um público que não as conhece forçosamente. Gosto também do facto de aprender.

Defende um cinema que deseja mudar as coisasLeonera tinha suscitado um debate sobre as prisões na Argentina. Pensa que é o papel do cinema, denunciar e exprimir uma opinião?
Não penso que o papel do cinema seja o de denunciar. O cinema em si não denuncia. O cinema provoca reflexões, sensações, desperta sentimentos. O cinema permite dizer «Wake up, há uma realidade, é esta!». É este impacto que me agrada. Para mim, Leonera e a lei votada a seguir, é incrível! Mas o mais extraordinário, foi a reacção que o filme suscitou junto das pessoas na originem da promulgação dessa lei.


Qual é a cena que mais a marcou no cinema?
São tantas… Tempos modernos de Charlie Chaplin é um filme que me marcou muito. Era como um laço entre esse lado incrível do cinema e eu, com a magia do cinema.


Uma última palavra?
Sinto-me feliz! Estar aqui, durante duas semanas, ver filmes extraordinários em salas magníficas e mágicas como o Grand Théâtre Lumière… Ter a possibilidade de partilhar tudo isto com os outros membros do Júri, é uma experiência única.



Entrevista realizada por T.K.
fonte/mais informações: Festival de Cannes