Vídeo mostra todo o elenco aplaudindo os principais personagens e com algumas entrevistas e discurso, para quem é fã da saga vai se emocionar.
Esse é o blog sobre tudo que rola na 7ª Arte: em Hollywood, no Brasil, Oscar, Globo de Ouro, festivais de cinema pelo mundo, notícias dos seus atores e atrizes, de um jeito fácil e dinâmico de entender e também não deixaremos de lado as séries de TV onde todo mundo assiste alguma, por isso postaremos algumas notícias sobre elas. Blog !VIVA Cinema! Tudo da 7ª Arte
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segunda-feira, 25 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Charlie Sheen diz ter usado anabolizantes para realizar filme
Charlie Sheen revelou que ao fazer o filme "Guarra de Campeões" de 1989, usou anabolizantes para faze-lo. No flime ele fazia um jogador de baseball. “Foi a única vez que fiz uso disso”, contou à revista Sports Illustrated.
Ele disse que usou anabolizantes durante 6 a 4 semanas e que após as filmagem teve um problema no braço.
“Era tudo ego. Acho que os problemas começaram porque eles não aumentam a força de tendões e ligamentos, só fazem os músculos ficarem maiores”, falou. Ainda afirmou que com o uso dos anabolizantes suas tacadas ficaram mais superiores. “Minha bola rápida subiu de 79 milhas por hora (127 km/h) para 85 milhas por hora (136 km/h). Ao mesmo tempo, no entanto, a minha bunda aumentou bastante também”, disse.
| Ator Charlie Sheen |
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Ganhadores do Festival de Cannes
O Júri oficial do 64º Festival de Cannes, presidido por Robert De Niro, revelou esta noite o seu Palmarés durante a Cerimónia de encerramento.
Mélanie Laurent recebeu Jane Fonda no palco do Grand Théâtre Lumière para entregar a Palme d’or ao melhor dos 20 filmes que concorriam na Competição.
O filme de Encerramento Les Bien-Aimés de Christophe Honoré, com Catherine Deneuve, Chiara Mastroianni, Ludivine Sagnier, Louis Garrel e Milos Forman, foi projectado no final da cerimónia na presença da equipa.
LONGAS-METRAGENS
Palme de Ouro
THE TREE OF LIFE (A Árvore da Vida) realizado por Terrence MALICK
Grand Prix
BIR ZAMANLAR ANADOLU’DA realizado por Nuri Bilge CEYLAN
LE GAMIN AU VÉLO realizado por Jean-Pierre e Luc DARDENNE
Prémio da encenação
Nicolas WINDING REFN por DRIVE
Prémio do Júri
POLISSE realizado por MAÏWENN
Prémio de interpretação masculina
Jean DUJARDIN em THE ARTIST realizado por Michel HAZANAVICIUS
Prémio de interpretação feminina
Kirsten DUNST em MELANCHOLIA realizado por Lars von TRIER
Prémio de argumento
Joseph CEDAR por HEARAT SHULAYIM
CURTAS-METRAGENS
Palme de Ouro
CROSS realizado por Maryna VRODA
Prémio do Júri
BADPAKJE 46 (Maillot de bain 46) realizado por Wannes DESTOOP
PRÉMIO UN CERTAIN REGARD Ex-æquo
ARIRANG de KIM Ki-Duk
HALT AUF FREIER STRECKE (Detido em plena via) de Andreas DRESEN
PRÉMIO ESPECIAL DO JÚRI
ELENA de Andrey ZVYAGINTSEV
PRÉMIO DA ENCENAÇÃO
BÉ OMID É DIDAR (Adeus) de Mohammad RASOULOF
CAMÉRA D'OR
LAS ACACIAS realizado por Pablo GIORGELLI apresentado no âmbito da Semana da Crítica
CINÉFONDATION
Primeiro Prémio da Cinéfondation
DER BRIEF (A carta) de Doroteya Droumeva
dffb, Alemanha
Segundo Prémio da Cinéfondation
DRARI de Kamal Lazraq
La Fémis, França
Terceiro Prémio da Cinéfondation
YA-GAN-BI-HANG de Son Tae-gyum
Chung-Ang University, Coreia do Sul
O júri da CST decidiu entregar o PRÉMIO VULCAIN DE L’ARTISTE-TECHNICIEN a:
José Luis ALCAINE, pelo seu trabalho de luz que serve especificamente para a narração do filme LA PIEL QUE HABITO realizado por Pedro ALMODÓVAR.
Menção especial: Joe BINI e Paul DAVIES pela qualidade da montagem e da banda sonora de WE NEED TO TALK ABOUT KEVIN realizado por
Lynne RAMSAY.
José Luis ALCAINE, pelo seu trabalho de luz que serve especificamente para a narração do filme LA PIEL QUE HABITO realizado por Pedro ALMODÓVAR.
Menção especial: Joe BINI e Paul DAVIES pela qualidade da montagem e da banda sonora de WE NEED TO TALK ABOUT KEVIN realizado por
Lynne RAMSAY.
tirado do site oficial do festival para acessas clique no logo
domingo, 22 de maio de 2011
Entrevista com Robert De Niro
Trinta e cinco anos após a Palme d'or deTaxi Driver (1976), longa-metragem que o fez na história do Festival de Cannes ao lado de Martin Scorsese, o actor, realizador e produtor americano Robert De Niro é o Presidente do Júri das Longas Metragens desta 64ª edição. Entrevista com uma lenda do Cinema.
De que maneira acolheu o desejo do Festival de Cannes de vê-lo presidir o Júri este ano?Fiquei muito honrado que esta oportunidade me fosse concedida. Disse-me que seria uma experiência única. Os outros membros do júri e eu ainda não encerrámos o nosso trabalho, mas posso desde já afirmar que é uma lembrança extremamente agradável que ficará para sempre.
Que lugar concede ao Festival de Cannes dentro do universo do Cinema?O Festival de Cannes é, evidentemente, um dos maiores festivais de Cinema no mundo. É muito importante para um filme ser projectado nele. O mais difícil, para um realizador, é ser seleccionado por ele. Cannes, é além disso o lugar de reunião anual da grande família do Cinema.
Que lembranças guarda das suas passagens anteriores pelo Festival de Cannes?Lembro-me muito bem da primeira vez que vim a Cannes. Foi em 1973 com Martin Scorsese, para apresentar Mean Streets na Quinzena dos Realizadores. Foi uma experiência muito excitante. Três anos mais tarde, voltei com Taxi Driver, desta vez na seleção oficial do Festival de Cannes. De maneira geral, vira qui foi sempre extremamente interessante.
A Palme d’Or obtida por Taxi Driver teve um papel na sua carreira?esta recompensa foi um trampolim incrível para o filme na sua integralidade. Não sei que acolhimento teve Taxi Driver no resto do mundo, mas nos Estados Unidos teve um sucesso enorme depois de ter passado em Cannes.
Porquê participou na fundação em 2002 do Festival do filme de Tribeca, em Nova Iorque?Decidimos criá-lo a seguir aos atentados do 11 de Setembro para associar o Cinema à dor provocada por esses eventos na cidade de Nova Iorque. No início, não sabíamos se esse evento iria prolongar-se. Portanto, tomámos as coisas como se apresentavam. Nós desejávamos simplesmente dar existência a esse festival. A seguir, à medida que o tempo passava, começou a desenvolver-se.
É um realizador francês, Marcel Carné, que fez com que se estreasse no Cinema, em 1965, em Trois Chambres à Manhattan. Que recordação guarda dessa experiência iniciática?Participei na rodagem de Trois Chambres à Manhattan durante dois ou três dias. Era um simples figurante. As cenas eram rodadas num café suposto situar-se na Madison Avenue, em Nova Iorque. Lembro-me que Annie Girardot actuava nesse filme. Não sei se ela soube que eu também figurava no filme.
Em seguida, o que é que lhe deu vontade de tornar-se realizador?Sempre tive a ideia de passar um dia à realização. Gostaria de consagrar-me mais a ela, mas isso leva muito tempo. No entanto, tenho realmente vontade de renovar essa experiência no futuro.
Tem a reputação de exceler na arte de fundir-se na pele dos seus personagens. Quem, do home ou do ator, deu mais ao outro?Penso que cada actor cresce em contato com os seus personagens. Certos traços dos caracteres deles podem adicionar-se aos seus na medida em que são compatíveis com a sua personalidade. Da mesma maneira, podemos dar uma parte de nós próprios aos nossos personagens, personalizá-los. É o que cada actor deve fazer se quiser fazer um bom trabalho. Também é uma maneira de conectar-se melhor com o seu papel.
Até onde pode ir o cinema?creio que duma certa maneira pode mudar as gentes. Um filme pode conseguir afetar a nossa vida. Tudo depende da percepção que se tem. Quando um filme toca as gentes de manaria colectiva, é que ele contém elementos com os quais a maioria pode identificar-se. É talvez o que se chama um filme culto.
Propósitos recolhidos por B.P.
sábado, 21 de maio de 2011
Entrevista com o ator Jude Law
O actor e produtor inglês Jude Law já esteve em Cannes em 2007 para apresentar o filme de Wong Kar Waï, My Blueberry Nights, que fez a abertura do 60º Festival de Cannes. Este ano regressa na qualidade de membro do Júri das Longas Metragens.
Qual foi o seu sentimento quando o Festival lhe propôs de fazer parte do Júri?
Evidentemente, fiquei muito contente, excitado e como em tudo o que nunca se fez antes, um pouco nervoso! E cada dia ultrapassou as minhas expectativas, vivo uma das melhores experiências da minha vida. É muito importante, comovedor mesmo, de ter a oportunidade de concentrar-se realmente sobre os filmes como uma arte, de ter a responsabilidade de discutir deles com pessoas formidáveis, de ver filmes que vêm de todo o lado, e que têm uma diversidade incrível. É um relance do meio de expressão importante, especial e potente que é o Festival. Tenho muita sorte.
Actuou em Gattaca ao lado de Uma Thurman (1997) e hoje é membro do júri junto a si. Pode contar-nos uma anedota sobre o vosso trabalho juntos?
Foi um dos meus primeiros filmes, já foi há muito tempo! Foi o meu primeiro filme nos Estados Unidos, em Hollywood. Uma e Ethan já eram actores conhecidos. A minha recordação mais impressionante é de guiar carros magníficos com duas pessoas incríveis, e tinha esse sentimento de ser um fantasma, o que toda a gente tem a propósito do cinema de Hollywood. Ambos eram realmente simpáticos e ajudaram-me em relação à minha falta de experiência.
O que é que o Festival traz ao Cinema, a seu parecer?
É um festival muito importante. Pondo de lado as festas, o glamour e os negócios aqui concluídos, o que aprendi este ano é a celebração da arte, uma recordação do que pode ser inovador, uma arte estimulante que fala uma linguagem universal. É também a arte de contar uma história, muito complexa, e tão importante. Precisamos sempre da nossa imaginação e de ouvir histórias, quer sentados à volta de uma fogueira, quer no Palais a ver filmes.
Neste Júri está cercado de artistas vindos do mundo inteiro, isso dá-lhe vontade de actuar em filmes de realizadores estrangeiros?
Absolutamente! Aprendi tantas coisas à cerca de realizadores que não conhecia. Sempre quis atuar num filme falando outra língua. Em francês, seria talvez o mais fácil, porque falo um pouco de francês – os meus vivem aqui, o que me dá a ocasião de aprendê-lo e melhorá-lo. Trabalhar numa língua estrangeira poderia ser uma verdadeira fonte de inspiração, uma oportunidade de ultrapassar os meus limites, seria certamente uma belíssima experiência.
O que é que lhe deu vontade de fazer filmes?
Era um grande fã de Cinema, adorava isso. Adorava a proximidade física, quando se está no escuro e que alguém nos conta uma história! E sempre gostei de fazer parte dessas histórias.
Qual é a sua primeira recordação de Cinema?
Charlie Chaplin, acho eu. O meu pai tinha o hábito de projectar os seus filmes na parede durante as festas. É uma lembrança muito intensa. E Harold Lloyd.
Há muitos filmes que poderia ver sem cessa, por exemplo: Ladrões de bicicletas e O Presidiário
Também actua no Teatro, em Londres ?
Comecei a minha carreira em cima do palco, só comecei a atuar em filmes a partir dos vinte anos. E nessa época, não pensava trabalhar no Cinema porque onde cresci, em Londres, é um mundo que nos parecia realmente longínquo! Mesmo se amava isso, não fazia parte do meu ambiente. O Teatro, para mim, é um lugar em que me sinto livre de exprimir-me. Gosto da exigência que isso requer a um actor, o direto, ter a sorte, uma vez que a cortina se levanta, de viver essa magia e esse sentimento que, seja o que acontecer, vai-se até ao fim. Também gosto da sensação de redescobrir o papel todas as noites, com um público diferente, a atmosfera, o humor da sala… Tudo influi sobre a interpretação. O Teatro é realmente muito importante para mim.
Quais são os seus projectos?
Actuo numa peça de Eugene O Neill que se chama «Anna Christie» no Donmar Warehouse em Londres este Verão, começa em Agosto. E a seguir vou interpretar o filme de Joe Wright sobre Anna Karenine.
O que é que o inspira?Os meus filhos, os realizadores, os artistas…
fonte: Festival de Cannes/ mais informações clique no logo do festival
Gosta da ideia de transmitir o amor do Cinema aos seus filhos?Sim, adoro mostrar filmes aos meus filhos. E gosto de ouvi-los contarem-me os filmes que viram. Neste momento, vivo um período muito particular porque o meu filho mais velho tem quatorze anos, por isso posso mostrar-lhe todos os filmes que vi quando tinha a sua idade, os que me deram o amor do Cinema. É uma oportunidade para mim, dar-lhes a conhecer os grandes realizadores que me inspiraram. É maravilhoso. Fazer descobrir um filme, explicar o que isso significa para nós, é um verdadeiro presente.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Entrevista com Martina Gusman do Festival de Cannes
Produtora independente do cinema argentino há cerca de dez anos, Martina Gusman é revelada em Cannes como actriz em 2008 em Leonera, um filme de Pablo Trapero apresentado em Competição. Volta a encontrar o cineasta em 2010 para Carancho, seleccionado em Un Certain Regard. Um ano mais tarde, está de volta como Júri das longas-metragens.
Absolutamente. Robert De Niro é um actor que todos nós admiramos muito. Cresci com os filmes dele. O facto de ser membro do Júri com ele, de poder falar de cinema com ele é como um sonho! Também admiro o trabalho dos outros membros do Júri.
Fale-nos da sua primeira vez em Cannes. Que lugar tem o Festival na sua carreira?
Foi em 2001, vim com Pablo Trapero, o meu marido, que é realizador na Argentina. Apresentava o seu filme Libertad. Voltamos em 2002 com El Bonaerense um filme que ele produziu. Nesse ano, éramos três, com o nosso filho. Tinha apenas quarenta e cinco dias. E estou aqui, hoje, em Cannes, no Júri !
Precisamente, está do outro lado do espelho como membro do Júri. Como aborda esta nova posição?
Para mim, cada pessoa tem a sua própria sensibilidade, as suas ideias, as suas emoções. Vou ser uma espectadora, deixar-me envolver pelo filme, tentar encontrar o que o realizador me propõe e perder-me na história. Não gosto da palavra «julgar»: parece-me estar a dizer que algo é bom ou mau. O que desejo, é dizer qual é o cinema de que gosto nesta selecção.
É produtora de filmes há mais de dez anos, o seu trabalho é reconhecido na Argentina. Quais os critérios indispensáveis para a realização de um bom filme ?
Penso que é preciso ser coerente com si próprio. Mas também ter uma ideia clara do que queremos contar. A chave, é ser fiél e coerente com os próprios ideais, sentimentos e desejos. Porque, o que é um filme afinal? É contar uma história e transmitir uma mensagem.
Qual é a sua opinião sobre o cinema argentino? Que futuro terá?
O cinema argentino mudou muito em quinze anos. Pablo pertence a esta nova geração do cinema argentino que começou a participar em festivais. Os estilos mudaram, os formatos também, as coisas são muito diferentes agora. Sente-se uma profunda necessidade de contar histórias, de contar o mundo. Sinto-me muito feliz por fazer parte do cinema argentino, sinto muito orgulho em estar aqui e de o representar.
Contracenou pela primeira vez em Nacido y Criado, e em Leonera (em Competição em Cannes em 2008) e Carancho (Un Certain Regard em 2010). Estes três filmes foram realizados pelo seu marido, Pablo Trapero. Foi ele que a incentivou a tentar a experiência?
Tenho uma formação de actriz – segui aulas desde muito jovem – mas produzo filmes há mais de dez anos. Quando Pablo me conheceu, eu fazia teatro. Desde então, sempre me disse que devia jogar. Encorajou-me muito. Para mim, é um encontro muito lindo; gosto muito do que ele faz, adoro a sua maneira de escolher os seus actores. Trabalhar com ele tem sido extraordinário.
O que lhe agrada na profissão de actriz?
Adoro ter a possibilidade de viver várias vidas numa só, de jogar histórias reais e de as transmitir à um público que não as conhece forçosamente. Gosto também do facto de aprender.
Defende um cinema que deseja mudar as coisas. Leonera tinha suscitado um debate sobre as prisões na Argentina. Pensa que é o papel do cinema, denunciar e exprimir uma opinião?
Não penso que o papel do cinema seja o de denunciar. O cinema em si não denuncia. O cinema provoca reflexões, sensações, desperta sentimentos. O cinema permite dizer «Wake up, há uma realidade, é esta!». É este impacto que me agrada. Para mim, Leonera e a lei votada a seguir, é incrível! Mas o mais extraordinário, foi a reacção que o filme suscitou junto das pessoas na originem da promulgação dessa lei.
Qual é a cena que mais a marcou no cinema?
São tantas… Tempos modernos de Charlie Chaplin é um filme que me marcou muito. Era como um laço entre esse lado incrível do cinema e eu, com a magia do cinema.
Uma última palavra?
Sinto-me feliz! Estar aqui, durante duas semanas, ver filmes extraordinários em salas magníficas e mágicas como o Grand Théâtre Lumière… Ter a possibilidade de partilhar tudo isto com os outros membros do Júri, é uma experiência única.
Entrevista realizada por T.K.
fonte/mais informações: Festival de Cannes
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