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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Oprah Winfrey pode ganhar filme biográfico em breve

Los Angeles (EUA) - A polêmica e controversa biografia da apresentadora Oprah Winfrey, escrita por Kitty Kelley, vai ganhar uma versão no cinema. Ou seja, em breve, será possível ver em tela grande a saga gloriosa e dramática da mulher mais poderosa dos Estados Unidos, segundo a revista Forbes.

De acordo com o site Deadline Hollywood, o produtor de TV Larry A. Thompson adquiriu os direitos do livro, pretende colocar a história no cinema e já estaria perto de fechar um acordo com um roteirista de Hollywood. A pergunta que fica é: quem poderia interpretar Oprah Winfrey?

Filmes hoje 03 de Agosto

23h10 - O Aviador
  (SBT) Cine Espetacular

Jogos Mortais se torna a franquia mas rentável do terror


Depois de premiar Sylvester Stallone com o recorde de franquia de esportes no cinema, a cinessérie Jogos Mortais tornou-se a mais bem-sucedida franquia de terror, ao arrecadar US$ 730 milhões.
O anúncio foi feito por Mark Burg, um dos produtores dos filmes da série, durante a feira de cultura pop San Diego Comic-Con.
Jogos Mortais superou outros sagas como HalloweenA Hora do Pesadelo e Sexta-feira 13, todas com mais de sete filmes.
Burg disse estar "chocado" com o reconhecimento do Livro dos Recordes e afirmou que a série já vendeu mais de 30 milhões de DVDs em seis lançamentos.
Em outubro, o sétimo filme estreia no Brasil e Estados Unidos. A premissa é sempre a mesma: um grupo de gente insatisfeita com a vida passa pelos mais diversos (e asquerosos) tipos de tortura, arquitetadas pelo vilão Jigsaw.
fonte:Terra

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Lula o Filho do Brasil já tem data para passar na TV

No dia 31 de janeiro de 2011, Lula, O Filho do Brasil será exibido na TV paga, no Canal Brasil, de acordo com a coluna da Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo. 
Lula, O Filho do Brasil conta a infância até a vida adulta de Luís Inácio Lula da Silva, o presidente da república. 

O longa de Fábio Barreto estreou em 1º de janeiro de 2010 e foi abaixo da expectativa nas bilheterias. Com renda de R$ 6,9 milhões, era esperado que o filme tivesse maior receptividade de público, devido, principalmente, a popularidade de aprovação de seu governo.

Com vistas em um desempenho melhor, Luiz Carlos Barreto justifica o adiamento da estreia do filme em outros países da América Latina e nos EUA para não ter erro na escolha da data, assim como foi feito no Brasil.

Na América Latina, a estreia de Lula, O Filho do Brasil deve ser no final do ano. Na Argentina, cerca de 50 salas devem exibir o longa a partir de setembro de 2010. A previsão para a exibição nos EUA é para março de 2011. Segundo o produtor, eles não enfrentam problemas com proibição por parte dos exibidores americanos, exceto uma rede que se recusou por acreditar que o apoio de Lula ao Irã vá afastar o público.
fonte:UOL

Veja os filmes que ira passar hoje na TV

15h40 - O Cachorro Bombeiro
  (Globo) Sessão da Tarde

22h05 - O Vidente
  (Globo) Tela Quente

01h55 - Nina
  (Globo) Sessão Brasil

fonte:Tuga TV

domingo, 1 de agosto de 2010

Filme "A Origem" tem provocado discussões a respeito do Simulacros da realide

Depois do grande sucesso Batman - e o cavaleiro das trevas que faturou US$1 Bilhão e deu 8 indicações ao Oscar Hollywood esperou que o cineasta Christopher Johnathan era fazer uma revolução no próximo filme com o filme "A Origem" o filme do momento nos EUA, tem sido acolhido. Ele é tratado com reverência mesmo por quem torceu o nariz para o homem-morcego. A coragem de Nolan de fazer um blockbuster adulto - o único este ano - para a temporada de verão no Hemisfério Norte, quando os grandes estúdios cada vez mais infantilizam sua produção, já foi suficiente para tornar a superprodução protagonizada por Leonardo DiCaprio singular. - Há períodos em que vou ao cinema e sinto como se não experimentasse nada novo. Mas, no intervalo de uma semana, aparece algo que me arrebata e eu passo a acreditar de novo na força dos filmes. Talvez por isso, ao filmar com dinheiro alheio, eu tenha tanta preocupação em dar ao espectador algo que possa entreter, mas também desconcertar - diz Nolan, em entrevista ao GLOBO em Los Angeles.  Depois de arrecadar US$ 142,8 milhões em duas semanas, apesar de concorrentes como "Meu malvado favorito" e "Salt" estarem canibalizando o mercado exibidor, o longa de Nolan vem sendo tratado como o novo "Matrix". Desde 1999, quando Keanu Reeves estrelou o coquetel regado a Platão, Kant e Bruce Lee dos irmãos Wachowski, nenhuma ficção científica impressionou tanto o cinema americano.
- Conexões com "Matrix" são claras para mim: ambos os filmes levam você a se perguntar se a imagem à sua frente corresponde a um fato real ou a uma ilusão. Mas eu não classificaria "A origem" como uma espécie de "Blade runner". O filme de Ridley Scott criou um universo novo, dramatúrgica e visualmente. O meu filme trabalha com um universo que está bem perto de qualquer um de nós. Basta dormir para se chegar a ele - explica Nolan. - Sonhos são um patrimônio universal.  Sonho é a matéria básica deste filme que consumiu US$ 200 milhões - US$ 137 milhões a mais do que "Matrix" - em locações na Inglaterra, no Canadá, no Japão e no Marrocos. Em todos esses locais, Nolan rodou sequências de tiroteio e perseguição atípicas até para DiCaprio, que encarou a máfia e o FBI a bala em "Os infiltrados" (2006).  - Gosto de pensar que sou um diretor de filmes de ação. Mas faço filmes de ação que possam fazer a plateia pensar. Não sou muito de citar parâmetros cinematográficos, embora diretores como Terrence Malick ("Além da linha vermelha") e Nicolas Roeg ("O homem que caiu na Terra") me impressionem e estimulem na concepção visual - diz Nolan, projetado para o estrelato em 2000, após o êxito inusitado de "Amnésia", thriller narrado de trás para frente, cuja montagem surpreendeu críticos.
Mais surpresa ainda têm causado as fusões e os cortes rápidos usados para montar as sequências de fugas e duelos armados nas paisagens visitadas por Cobb, o ladrão interpretado por DiCaprio. Cobb precisa desesperadamente que suas vítimas sonhem, pois só assim ele pode invadir a mente delas para roubar... ideias. E, para isso, ele depende de um arquiteto, um matemático especializado em imaginar cenários para ocupar a mente sonolenta de quem Cobb quer assaltar. Essa função, exercida num primeiro momento por Lukas Haas (o garotinho de "A testemunha", hoje crescido), será executada por Ariadne, interpretada por Ellen Page, a elogiada estrela de "Juno" (2007)
- Decifrar os múltiplos sentidos que um filme pode ter é uma tarefa que vinha sendo negada ao espectador. Um filme é como um sonho. A cada dimensão, vem uma surpresa - diz DiCaprio, consolidando seu segundo blockbuster em 2010, após o êxito de "Ilha do medo", de Martir Scorsese, lançado em março. - Eu fico me perguntando o que aconteceria se o roteiro de "A origem", que Chris Nolan escreveu, fosse oferecido a outros cineastas. Acho que nenhum outro diria sim ao projeto.
Fonte:Globo Online

1 noite em 67. Final do 3º Festival de MPB


Como transformar um programa de televisão em História? Nem os envolvidos parecem saber. "Só queríamos fazer um bom programa de TV", confessa Solano Ribeiro, produtor do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record, cuja noite de encerramento, em 21 de outubro de 1967, terminou sendo histórica, com direito a violão quebrado, guitarras estridentes, urros de alegria e vaias.
O documentário "Uma noite em 67", em estreia nacional, combina imagens de arquivo da Rede Record, que coproduz o filme, com depoimentos de personagens fundamentais do evento, como Caetano Veloso, Edu Lobo, Chico Buarque de Holanda, Gilberto Gil, Sérgio Ricardo e Roberto Carlos - que foram entrevistados pelos diretores do filme, Ricardo Calil e Renato Terra, 43 anos depois daquela final.
Como o filme mostra, aqueles eram tempos conturbados, de incertezas e mudanças políticas e culturais. Em plena ditadura militar, era uma época de protestos. Tudo era motivo para sair na rua carregando faixas contra qualquer coisa - até as guitarras elétricas, consideradas por alguns artistas como um sinônimo do imperialismo norte-americano. Por isso, acabou sendo uma atitude também política quando Caetano subiu ao palco para cantar "Alegria, Alegria" acompanhado de tais instrumentos. Aos poucos, as vaias se dissiparam e a beleza da música jogou para escanteio qualquer preconceito artístico.
Fica claro que o amor pela música impulsionou o trabalho dos diretores de "Uma noite em 67", Calil e Terra, respectivamente crítico de cinema e publicitário, ambos estreantes em cinema. No documentário, não se recorre a invencionices, gráficos, desenhos ou qualquer recurso visual para desviar a atenção. O filme é documentário em sua essência, informativo e carinhoso, sem cair nunca num didatismo enfadonho.
Diálogo entre passado e presente
A montagem de Jordana Berg cria um diálogo entre o passado (imagens de arquivo) e o presente (entrevistas atuais). É curioso ver como esses artistas olham para o passado, para uma época em que seus nomes começavam a ganhar notoriedade.
O compositor Edu Lobo diz que se via mais maduro naquele tempo, quando tinha 20 e poucos anos. Já Chico Buarque diz com seu famoso sorriso que "não fica pensando nessas histórias velhas". E Sergio Ricardo explica em detalhes as emoções que o dominaram, levando-o a quebrar seu violão e atirá-lo no público, que vaiava sem cessar sua interpretação de "Beto bom de bola".
Já seria mais do que suficiente se "Uma noite em 67" fosse um retrato, mesmo que um tanto nostálgico, daquela época, resgatando a memória dos que viveram o período e revelando um pouco dos festivais de música para os jovens de hoje. No entanto, o documentário vai além disso, numa época pré-AI-5, quando não se vivia ainda nos anos de chumbo.
Há um quê de inocência nas músicas, apesar de suas críticas sociais - como em "Domingo no Parque", que Gil cantou com os Mutantes -, "Alegria, Alegria" e "Roda Viva" - interpretada por Chico e o MPB-4. Os próprios entrevistados relembram não apenas daquela noite em 67, mas também da trajetória da música, de sua criação, entre outras coisas.
Se no palco o momento era de mudanças radicais na música, na plateia e bastidores o clima era de pura descontração, de um humor quase nonsense. Entre uma música e outra, andando nos bastidores, o apresentador Randal Juliano comenta com sua colega que segura o outro microfone: "Seu vestido é muito bonito, essa cor é nova, né?". Ao que Cidinha Campos prontamente responde: "É rosa-choque, com verde-chuchu".
Partindo de um marco da televisão e da MPB - há muitos outros em vários outros festivais -, os diretores Calil e Terra fazem uma ótima meditação sobre o poder e o papel da música, tanto como elemento de diversão, como de transformação, ou representação de um momento histórico.
Fonte:G1

sábado, 31 de julho de 2010

Miramax e vendida por US$ 660 milhões

Após meses de indefinições, a Walt Disney anunciou finalmente a venda da Miramax.
O magnata Ron Tutor e o grupo de investimento Colony Capital são os novos donos da empresa, comprada por US$ 660 milhões.
O valor é inferior ao pretentido pela Disney (US$ 700 milhões) mas superior à proposta dos irmãos Bob e Harvey Weinstein (US$ 600 milhões).

Miramax é vendida para grupo de investidores
Os Weinstein fundaram a companhia em 1979 e em 1993 a venderam para a Disney, onde permaneceram até 2002, quando saíram para fundar a Weinstein Co.